Seja bem vindo a ARTISTAS ANAPOLINOS


FÉRIAS
Postagem 4 de dezembro de 2011

Período de ferias do Blog ARTISTAS ANAPOLINOS
DE: 4 de dezembro de 2011 a 12 de fevereiro de 2012.

Resto do Post

MISSÃO CUMPRIDA

MISSÃO CUMPRIDA

Postagem 27 de novembro de 2011


Freqüentemente associada ao envelhecimento, a capacidade de armazenar informações e delas dispormos em momentos oportunos, aos poucos vai diminuído conforme o tempo.

Alguma vez você já teve a impressão de que o caso que você estava contando pra alguém era justamente uma historia que ela mesma havia lhe contado em uma ocasião que você não se lembra onde nem quando? Pois é. É mais ou menos assim. Apavorante e um dia inevitável na vida de cada um, à conjuntura até que poderia ser engraçada do ponto de vista de uma comedia assim narrada, onde ao detectar a gafe o instinto de sobrevivência tentasse consertar a gafe perguntando: não foi fffoi você quem me contou isso?

Praticamente me sentindo assim, Infinitas seriam as paginas do blog ARTISTAS ANAPOLINOS para todas as historias e registros que precisavam a serem escritos em 2011. No início pensando habilitar suas publicações nos acontecimentos locais, tive quase certeza que só isso bastaria. Cresceu a influência mútua de suas anotações. Passamos a acompanhar os acontecimentos nacionais e as ações culturais do governo federal que contemplam não Anápolis como também todas as outras cidades do país.

O final do ano chegou. Estamos saindo de férias. Se motivos nos faltaram que justificassem algumas outras postagens, certamente elas foram transformadas em pedidos de sabedoria, arte, justiça, e muita habilidade. Que em 2012 nossos desejos sejam os mesmos. Que em momento algum sejamos enfadados por cálculos mal feitos, que não mais tenhamos que prestar reverencia a bustos desconhecidos, que importação de outros valores não sobrepuje a importância da nossa historia, e que finalmente os deuses entendam e permitam que os pioneiros da nossa trajetória encontrem um lugar ao sol sob o céu de nossa cidade.


E se depois de tudo ainda pudermos pedir mais alguma coisa, permita-nos oh! Venerável Atena, que versões de relatórios simplistas badalem bastante os badalos, para que também frutifique  outras versões da historia que se pretenda contar. Que nossos atos sejam dignos de serem contados mais tarde, e que quando a velhice chegar possamos quem sabe dizer como tudo aconteceu ainda que corramos o risco de "distraidamente" perguntarmos: foi você quem me contou isso não foi?  

Feliz 2012 pra todos!

TAW RANON


Nota
Período de férias do Blog ARTISTAS ANAPOLINOS.
De: 4 de dezembro de 2011 a 12 de fevereiro de 2012.





Resto do Post

Vamos todos cirandar


Vamos todos cirandar

Postagem 20 de novembro de 2011




Tão certo quanto à concretização da serie de conferências previstas pelo fórum de cultura de Anápolis em 2011 também é, o resultado gerado pelo que foi estimado por ele. Ineficaz, o emprego da metodologia na execução do que deveria ser o a síntese de toda a mobilização, apesar do reconhecido esforço (com todo o respeito), parece não ter ligado muito bem, o nome à pessoa em questão.

A primeira vista olhando assim a impressão era a de se estar diante de uma formidável oportunidade, um desses momentos que não se deve perder nenhum detalhe, sob pena de ficar a ver navios quem por um motivo ou por outro deixasse de participar da adequada iniciativa. Mas qual? Nem cinco minutos se passaram e bem distante do que dizia o e-mail na minha caixa de mensagens, a realidade em andamento era bem diferente da que previam, por exemplo, um levantamento efetivo das necessidades local.

Enfadonhos e com destaques para inexpressividades como à anêmica atuação do Museu Histórico que a exemplo do ano passado acumula pontos negativos em suas atuações, a profunda falta de respeito com o publico presente muito mais interessado em contribuir com suas idéias para importante ciclo de debates ficou evidenciada nos saudosos e dispensáveis procedimentos que tomaram a melhor parte do tempo das reuniões realizadas aqui em Anápolis.

Nada é claro, seria mais gratificante do que ouvir tais exibições acompanhadas de práticos resultados. Voltados em parte a visíveis divulgações de imagens e grupos, na pior das hipóteses um amplo passo rumo à ao fortalecimento da sociedade através de uma de suas mais importantes atividades poderia ter sido dado de fato este ano na cidade.

Crenças, arte, moral, aptidão, costumes, manifestações espontâneas... O preceito sócio cultural ainda que não seja transmitido de forma genética ainda é o que melhor representa o entrelaçamento social armazenado na personalidade de cada cidadão. Em sua formação, os símbolos responsáveis principalmente pela sua conduta moral a desencadear todas as suas ações podem ser tão importantes como também é importante para si a alma que da vida ao seu corpo. 

Bombardeada em 2011 por congressos, convenções, seminários, mesas redondas, simpósios, painéis, jornadas, conferências, ciclos de palestras, mine conferencias, sem contar com os mais “simplesinhos” do tipo: “falo mesmo sem ter motivos”, a prática gratuita do exacerbado exibicionismo em muitas dessas reuniões Brasil afora, acabou por afugentar o publico desses eventos.

Para quem já ficou por mais de uma hora esperando o entrosamento com os assuntos das pautas, melhor mesmo, garantem os mais escolados, seria fazer como fazem nos filmes e nas novelas: deixar créditos, diversos e afins para o final do “show” já que sem eles especialmente falando, nada parece acontecer por aqui.  


TAW RANON





Resto do Post

Foi bom pra você?



Postagem 13 de novembro de 2011


Pra poupar a costumeira frase: “Nossa como o ano passou rápido” melhor seria apenas dizer: o ano já está terminando. Foi bom pra você?

Começam os preparativos para as comemorações de final de ano e seguramente para quem acompanhou ou não os acontecimentos a grande atração será a retrospectiva que desde já as emissoras de televisão começam a preparar.

Até o dia 31 de dezembro, especiais vão reviver os assuntos dados como factuais em 2011, colhidos diretamente em suas fontes ou editados por agências especializadas em transmissão de noticias. Política, sociedade, economia, cultura, meio ambiente e outros temas, que influenciaram a sociedade em 2011 estarão sendo passados em revista de forma romanceada, para o horror, alegria prazer e o deleite do grande publico.

Do latim: retrospectare, a celebração que encerra os 365 dias do ano como não poderia deixar de ser, não se limita apenas a mostrar a carreira de sucesso de uma trajetória em curso como também o que de pior foi produzido pela humanidade ou o que a ela foi atribuído de fato.
Enquanto a ciência acredita que somente o exame antecipado dos dados pode revelar, ou na pior das hipóteses, preverem o que nos reserva o futuro, correntes filosóficas ligadas ao seguimento ‘fatalismo’ sugerem que os acontecimentos são produzidos de forma irrevogável, estando estes determinados a acontecerem com cada individuo mesmo antes mesmo de sua concepção dentro do ventre materno.

Mesmo que ainda sujeitos a uma ou a outra linha de pensamento, de pouco adiantaria financiarmos uma cresça nessa ou naquela linha de raciocínio. Uma vez que o próprio tempo nos mostra que nada absolutamente nada é inalterável no fluxo do universo, uma boa interação entre as pessoas ainda seria a melhor forma de produzirmos a sustentabilidade da qual somos todos dependentes.

Se por um lado o sistema capitalista globalizado naufraga suas tentativas em clássicas e costumeiras crises políticas, por outro contamos com a possibilidade de emancipação da raça humana por meio  de uma concepção que acima de tudo vise o seu bem estar, a própria educação.

Quem já passou por alguma crise onde todas as suas fichas, patrimonial ou emocional ficaram retidas sabe que uma introspecção também se faz necessária ao final de cada período. Que a fidelidade com os seus compromissos com a sociedade e acima de tudo com ela mesma podem contribuir para uma retrospectiva pessoal satisfatória e na vida de cada um.


TAW RANON





Resto do Post

Xongas e Milongas


Xongas e Milongas

Um breve ataque de nervos

Postagem 6 de novembro de 2011


Albenício da conceição, nome verdadeiro de Franklin Albertino era um falso “yuppies” que bem poderia ter feito carreira de sucesso no ramo da construção civil caso não lhe faltasse justo na hora em que tudo se resolve, uma formação universitária.

Naturalmente excluído da cobiçada roda de riquezas, o esperado, no entanto acabaria sendo inventado por ele mesmo. Após um o período de tentativas e inexpressivas atuações em produções cinematográficas no Rio de Janeiro também cheio de desilusões, acumulando desejos quase de forma patológica, corria atrás de um passado diariamente presente em questionamentos.

A rubrica está dada pensou ele – Precisos seguir em frente. Firmando suas esperanças no rico guarda que por força da obrigatoriedade havia formado e os raros perfumes que em tempos de “gloria” raramente repetia, de volta ao interior como um excelente contador de historias encravou seu prestigio como um respeitado agente de acontecimentos sociais.

Sua luta naquela manhã de segunda feira não era contra o dito-cujo fracasso, pelo menos disfarçava. A irritante sonolência que costumava dominar seu corpo durante o dia desde que decididamente passou a viver da noite era um dos motivos do seu visível descontrole. O par de meias uma diferente da outra, que ele trazia nos pés poderia por abaixo a sua reputação de um dos homens mais fino e elegante da cidade, um prenuncio de uma tragédia maior estava por acontecer. Anunciada ou não algo lhe dizia que ela estava a caminho. Mais do que uma entrevista o encontro para o qual estava indo era um teste de imagem. Sua aparência deveria ser testada em detalhes. A meia volta descartada para a correção do erro talvez tenha sido um erro ainda pior - Não havia mais tempo ele justificava consigo tentando deixar de pensar.

Como quem vê cara não vê coração e levado isso a cabo, agora o que importava era manter sobre controle a terrível situação. Lembrou que em outras ocasiões enfrentou acontecimentos idênticos embora esse pra lá de inusitado não beirasse nenhum deles. Permanecer firme seria evitar o pior. Uma a uma, as oscilações na auto-estima foram modificando seus reflexos. Ele estava tendo um surto - Porque estaria andando assim? - Meu deus! - Disse ele perto do pânico - Se o problema esta na barra da calça porque estou andando assim? - Aprumou de novo corpo.

De sua saída à hora da infeliz descoberta do mal-afortunado  par de meias, foi uma peregrinação - Nada que permanecer de pé não resolva – tentava ele raciocinar.  A cadeira desocupada do seu lado como ultimo aviso, parecia aperfeiçoar o propósito, da trama.

Quase ordenando, a voz feminina que se ouviu em seguida deu a entender que a hora havia chegado - Pode sentar. O senhor já vai ser atendido. Estaria ele pronto? O que deveria fazer? Com a curvatura das pernas iriam aparecer a meia? Tirar a cadeira e ocupar o lugar seria uma solução? Poderia ele jogar os pés pra debaixo da cadeira num simplório gesto de indiferença? Não. Isso com certeza não - Porque as coisas acontecem justo na hora em que estamos desesperados - Ainda teve tempo de pensar, antes que todos percebessem que havia alguma coisa errada com ele. Como permanecer ali parado feito um pobre dois de paus? Sentar seria pior. Correr então nem se fala ele precisava pensar.

Não suportando mais a crise nervosa quase aos berros falou: Ok. Estão vocês querem ver onde foi que eu errei? – levantando a perna da calça – Esse pé é de uma meia e esse outro é de outra!  Estão contentes assim? Eu poderia ser confundido com um adolescente rebelde que nega o presente como uma realidade podre de burguês falidos e suas coisas ocultas? Claro que sim. Revelaria talvez uma tardia maturidade? Também acho que sim! Mas, uma coisa eu digo pra todos vocês: mesmo para um homem que já passou dos trinta, isso não vai significar o meu fim!

- A menos que alguém lhe dissesse que os seus sapatos também não combinam um com o outro? - Alguém gritou percebendo a imensa confusão - Sob um forte ataque de nervos e nem sombra de elegância Franklin Albertino acolheu sua ruína já com a voz fraca dizendo: vocês estão com a razão este é realmente o meu fim.


TAW RANON





Resto do Post

Dessa vez era verdade



Dessa vez era verdade
Postagem 30 de outubro de 2011

Hospital Municipal de Anápolis

Parece ser mesmo única e exclusivamente uma questão de competência. De repente os hospitais públicos de Anápolis puff! Desapareceram da língua do povo, e da triste estatística dos hospitais públicos abandonados. É mais ou menos como se eles nunca tivessem existido.

É certo que o trabalho público produtivo assim exposto poderia atrair imediatas carências de outras regiões, em se tratando de um dos maiores desafios do serviço públicos no Brasil, alem do que elevaria de forma gratuita a popularidade deste ou daquele partido político. Uma verdadeira lastima pensar assim. Com os infinitos prejuízos contabilizados pela população desde sempre, é claro que sim, mas, igual ou acima de tudo serviria como um exemplo para o sistema público de saúde brasileiro, provando que é possível manter a ordem mesmo em tempos difíceis.

Tratamento mais ameno para a nossa sofrida saúde. Por esses dias eu estive no Hospital Municipal e nem mesmo tempo de espera de uma hora pela chegada do medico mudou a minha opinião: o seu funcionamento esta perfeitamente em harmonia com as necessidades de quem precisa usar os seus serviços.

Enquanto noticias dão conta de que na maioria das cidades brasileiras a começar pelos postos de saúde, o povo começa a ter em mente que a justiça deve ser feita por elas mesmas com médicos, enfermeiros e funcionários pedindo que pelo menos sejam tratados como seres humanos que são, a gestão do poder publico em Anápolis tem  feito isso acontecer ao contrario.

Dizer que o Hospital Municipal é uma referencia absoluta para o resto do país, seria um total exagero levando-se em conta a sua limitada estrutura física e tecnológica. Nem por isso ao acolher a demanda do imenso contingente de pessoas que a ele recorre todos os dias, a mais importante unidade de saúde da cidade deixa de lado a crença no hospital público, incorporando a melhoria de suas instalações, civilidade e calor humano.

Pelo serviço de emergência, empenhados em fazer o melhor, cada servidor parece saber do poder que existe nas palavras. Não importando a penúria e a habilidades do portador de interagir com a mesma, elas soam como balsamo, podem e aliviam a dor. Controlam os ânimos, as variados casos que chegam, dissipam as ansiedades, e de volta ao ambulatório, por volta de uma da tarde os corredores abarrotados, agora estão vazios.

Mais do que simples observações do local, aprendi que muda a atitude (hostil) com a qual quase todos dão entrada em suas dependências quando orientados (às vezes ate de forma severa) percebem, que também é importante a dignidade de cada um. Indispensável seria dizer que em nenhum momento o piso branco esteve manchado por qualquer tipo de sujeira. Igualmente extensivo a área externa o serviço de manutenção contempla guichês, banheiros e salas de atendimento, com o efetivo em ação.

Se por um lado a minha inexistente aptidão para uma carreira política como costumam dizer desprovida de artifícios, aparelhamento, treinamento, ambição, e quase tudo que é necessário pra quem sabe ate dar certo me deixava muitas duvidas de como fazer este relato, por outro, nada diferente de tantos outros reconhecimentos o meu desejo também foi de falar da minha satisfação.


TAW RANON





Resto do Post

Admiráveis e esquecidos

Admiráveis e esquecidos
Postagem 23 de outubro de 2011




A julgar pela memória histórica e afetiva do povo anapolino, nada mais devera ser tão passageiro quanto o ânimo franqueado aos inúmeros acontecimentos agenciados nos dias de hoje, pela Diretoria de Cultura da cidade de Anápolis.

Álgebra precisa de uma tradicional burrice, nomes que outrora se fizeram importantes dentro da coletividade incorporando ao seu patrimônio obras como a construção do Centro Cultural Anápolis, não de inexpressivos componentes de uma história sem registro, sem era nem beira, sem pé nem cabeça muito menos interessante para uma rota como mais de cem anos que a rigor parece ter começado agora.

O que reservaria então o destino a uma era de discursos impetrados por calorosos aplausos e o cumprimento de rotineiras agendas então seria a pergunta.

Considerado avançado já para a época em que foi projetado, o Centro Cultural de Anápolis mesmo com os ajustes pelos quais vem passando, permanece precário para atender as finalidades para as quis não foi projetado. Atualmente suportando mais acomodações para melhor abrigar parte da prefeitura, a obra não serve para iluminar o passado de pelejas de um período memorável e extinto de sua sociedade.

Dizer que o monumento caiu nas “garras” de uma por uma de todas as administrações desde a sua edificação seria uma indelicadeza. Nenhuma outra arquitetura publica na cidade aglutinou sob o mesmo teto tantas idéias ambições e desejos.

Certamente os seus autores não aquilataram o seu precioso valor.  “Deserdados” e esquecidos no tempo são em fontes alheias que os tributos da atualidade buscam homens de fibra para rederem as suas homenagens.  Carente de visibilidade, o recém criado Festival de Cinema de Anápolis trouxe para a cidade, personalidades remuneradas, Ilustres, conhecidas, desconhecidas, e em meio a muito buxixo, debaixo de muito fuxico rodaram-se as baianas.

Se quer imaginando existir no interior de Goiás, um lugar chamado Anápolis, sob os nossos refletores e a tutela de uma iniciativa que não representou a opinião do artista e muito menos da população da cidade, medíocres aplausos abonaram os insignificantes discursos e patéticas amabilidades.

Incompreensível ou equivocada, a honraria oferecida as “estrelas” seria trágica se não fosse cômica.  “Na verdade eu nem sei por que estou recebendo essa homenagem, mas mesmo assim agradeço” ouvia-se pelos corredores do propalado evento.

Como não falta mais nada, o próprio tempo vai encarregar-se de dar aos acontecimentos a devida proporção, ou seja, nenhuma. Pra ser lembrado assim pra ser honesto, é melhor ser esquecido.


 TAW RANON 





Resto do Post

Alegria!

Alegria!

Postagem 15 de outubro de 2011





A princípio o termo me pareceu excessivamente na moda, mas prossegui. Uma vez que como nenhum outro ele possui efeitos prodigiosos podendo até definir um imenso tatame verde pra sentar (antes de morrer de cansaço), ao som de uma alvoroçada caravana de roqueiros gritando: Solta o dinheiro pião! – nada haveria a temer. A alegria estava mantida.

Andando pelas imediações da avenida universitária com Av. Presidente Kennedy fui pego as pressas por alguns pingos d’água que começavam a cair do céu dizendo que depois do período de seca e muita calor, o cheiro de terra molhada mais do que maravilhoso, era uma cortesia dos deuses.

Pra quem estava de moto, pra quem estava a pé pra quem tinha mercadorias fora das lojas, pra quem tinha janelas  aberta, o primeiro aviso era claro: corra pra não ser pego na curva. A chuva que todos esperavam era das boas e já estava chegando.

Na passagem mais precisamente ali onde esta sendo construído o viaduto entre as avenidas, Universitária, Presidente Kennedy e Avenida Contorno perguntei onde ficava uma loja que eu tinha certeza existir por lá. A resposta foi curta direta e simples: fica depois do túnel.

Como referencia a obra que já ganha status antes mesmo de ser concluída, desfecha um golpe fatal na reputação dos “inabaláveis” montes de terra usados como rotatórias e camufladas com flores pra disfarçar a coisa mal feita. Canteiros que depois do redimensionada dado ao que existe na Avenida Brasil acima da rodoviária, passam a dar melhor fluidez ao transito mudado completamente a situação caótica de alguns anos atrás.

Inteiramente indigente por falta de uma infra-estrutura necessária para as contingências atuais, apenas canteiros renovado de vez em não correspondem mais a nossa realidade urbana. A dimensão alcançada pela cidade e trabalho que aqui vem sendo desenvolvido demanda por investimentos corretos a exemplo do que acontece em outras cidades do Brasil e que graças ao brilhante desempenho da equipe de profissionais responsáveis pela administração da cidade isso também vem acontece em Anápolis.

De resto, (pra fazer o advogado do diabo), é ficar de olho e atentos pra que nenhum superfaturamento ou coisas do gênero venham cortar nossa alegria, já que nos país das maravilhas muita coisa acaba por piorar, depois que mine pizzas e às vezes ate pizzas grandes, costumam disseminar seus sabores nas gargantas dos de poucos porem declarados, "amigos" do precioso dinheiro do povo. 


TAW RANON

Nota
Previsão de entrega da obra: 9 meses
Valor: R$ 8.919.395,89
Fonte dos recursos: Tesouro municipal
Empresa responsável: Consórcio Construmil / Trade




Resto do Post
Quase em harmonia
Postagem 9 de outubro de 2011




Se por um lado meu quase que irado faro encontra nas circunstâncias do dia-a-dia, esquisitices, imprevistos e ate cenas engraçados, por outro (de forma alguma), nada existe nos fatos que torne minha a intenção de converter em palavras a genialidades ou bestialidades humanas.

Ainda que por profissão, hábito ou deleite assim fosse o desejo, muito mais haveria a fazer na vida do que anotar o que se passa no planeta e com a vida do próximo. Para conhecimento dos lances gerados a cada minuto, radio televisão, impressos e web estão presentes na historia de cada um podendo contar com isso o mais simples cidadão. Até onde possam ser consideradas atuais, cultura, politica e ciência estão presentes em toda parte, como engenhosa fonte de inspiração inclusive para a ficção.

Da aguçada imaginação dos grandes escritores nascem historias arrebatadoras, aclamadas e elevadas ao status de best-sellers. A abra de Irwing Wallace ‘O todo Poderoso’ é um bom exemplo disso. A trama que conta a história de um homem cuja ambição o faz desconhecer limites para alcançar a fama é narrada quase de forma fantástica.

Herdeiro de uma incalculável fortuna, Edward Armstead vai parar a frente do ‘Record’, jornal parte do império que ele herdara porem, com uma condição. De tudo, segundo o testamento, o ‘Recorde’ só lhe pertenceria o dia em que em apenas em um ano ele conseguisse ultrapassar a circulação do New York Times. Ewuard que viveu a maior parte de sua vida na sombra do pai mostra ate aonde vai a envergadura de um milionário sem escrúpulos para conseguir cumprir a exigência acessando informações que nenhum outro veículo conhece.

Embora uma prática conhecida e pouco ética de alguns veículos de comunicação (ou antes, de “alguns” veículos de comunicação), muitos em se tratando de escalada social e financeira talvez jamais conseguissem chegar se quer próximo da conduta de Irwing. 

Na convergência do mundo dos negócios onde comunicações trocam a clarezas dos fatos pelo sensacionalismo que eles podem gerar, nunca fica bem claro o que verdadeiramente existe por traz de muitas noticias.

No Brasil, mesmo as que parecem ter saído de um disco de vinil bancam e muito bem suas abastadas cadeiras: sistema prisional brasileiro, sistema hospitalar publico brasileiro, álcool e direção, e o que dizer então, do espaço reservado para o mau comportamento dos (alguns) políticos brasileiros.

Quem não se lembra de ter ouvido dizer que alguma dessas deu trégua  não importa. Elas não deram mesmo. Além disso, já estamos em outubro e longe, longe bem longe está a possibilidade de você  entrar no shopping e não dar de cara com Papai Noel. Ele mesmo vai te dizer - hô, hô, hô, hô, hô… já estamos no natal.


TAW RANON


  



Resto do Post
© 2010 Seja bem vindo a ARTISTAS ANAPOLINOS - Powered by Blogger - Theme Design by :: Carlos Web Designer ::