Vivendo e aprendendo


Vivendo e aprendendo
Postagem 26 e fevereiro de 2012



Ainda que a física admita serem pequenas as chances de que um raio possa atingir duas vezes o mesmo lugar, levando em conta e estabelecendo um paralelo entre as probabilidades cientifica do fenômeno, o ser humano, e a sua conduta, deparar com erros cometidos por ele em situações semelhantes ou simplesmente iguais não chega a ser uma novidade.

Admitida em vários momentos da literatura psicanalítica com uma particularidade dúbia, o fenômeno repetição apresenta um irrefletido aparelhamento de defesa do individuo. Do ponto de vista do tema: repetição de um erro ante a provação, uma nova tentativa para obter êxito então se da, confortável que seja para si tal decisão, após uma experimentado fracasso.

Passados o natal, o réveillon e o carnaval, importante seria acolhermos e selecionarmos as ideias e seus efeitos. Que ao retornarem as atividades possamos refletir sobre as decorrências de um mau passo dado. Projetos, pesquisas, expectativas… Deles o que realmente esperar?  Provavelmente em muitos momentos mais e em outros menos do que realmente acreditamos merecer.

Teria então de nós clemencia uma duvidosa lista a ser passada a limpo?
Rejeitar a possibilidade, ainda que o princípio do conhecimento seja a teoria do saber, com “filósofos” de botequins afirmando ser a repetição de um erro nada mais nada menos do que uma burrada ou uma tremenda idiotice, seria negar a nossa própria condição de seres humanos em busca da perfeição. 

Cientes de que a vida continua também pra quem precisa de mais tempo para estabelecer uma parceria consigo mesmo, vamos em frente.

A oportunidade de revermos velhos processos comumente chamados de azar não exime do nosso histórico os erros que cometemos. Retiremos destes então, o maior as melhores implicações para um crescimento pessoal forte e real. Não importa quão improvável possam vir a serem os resultados atinentes as novas e estranhas dificuldades. Jamais um fracasso pode ser visto com tranquilidade tal a ponto de (in)voluntariamente admitirmos: um erro a mais outro a menos não faz a menor diferença.


TAW RANON






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de: 19 a 26 de março - Anápolis Festival de Cinema














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Por uma questão de estilo



Por uma questão de estilo 
Postagem 19 de fevereiro de 2012



Bandeira branca amor. Não posso mais. Pela saudade que me invade eu peço paz.

Com prós e contras em discussão desde que me entendo por gente, pra quem não dispensa os três dias de folia quando o assunto é carnaval, não há como negar: sua importância é inteiramente legal. Invejável, a jovialidade presente no comportamento dos foliões representa uma forma espontânea de eliminar as ansiedades do dia-a-dia dando um chegam pra lá, nas urucubacas e nas tristezas da vida. 

Passar batido pela festança sem bebericar alguma coisa com os amigos na visão da moçada não seria de bom tom. Afinal, sem apegos filosóficos, nunca é tarde para interações humanas e muito menos é muito tarde pra sorrir e ser feliz.


Pensando nisso, assim como no ano passado acertei reunir o pessoal que por questão de “estilo” resolve ficar fora da folia. Na ocasião, se não me falha a memória eram umas 20 pessoas. Churrasco? Nem pensar. Descartei a ideia tão logo ela surgiu. Possibilidades de chuva, o cheiro forte, a fumaça e a sujeira que ficaria pra ser resolvida depois me fizeram direcionar a pesquisa pra longe do tal palpite.  

Uma vez que no exercício legal da coisa a quarta feira de cinzas só terminaria mesmo como sempre terminou no domingo tardezinha foi simples realizar o casual encontro. Bom papo, um bom prato, boa música brasileira, pista liberada, quem não sambou dançou.  

Depois de passar por vários supermercados em busca de sugestões, a melhor alternativa de ingredientes que iriam garantir (o prato), sustento da energética tarde acabou sendo mesmo o velho e bom Mercadão Municipal. Para incrementar o Bacalhau Cremoso com Batatas, azeite, salsa e azeitonas pretas…

Deu agua na boca? Anote a receita.  

Ingredientes: 1 kg de bacalhau/ 1kg de camarão/ 7 batatas grandes/ 1 copo de requeijão cremoso.

Como preparar: Deixe o bacalhau de molho um dia antes, trocando a água algumas vezes. Escorra e desfie retirando a pele e as espinhas. Limpe o camarão e faça uma moqueca. Faça um purê com as batatas.
 
Montagem: No fundo do pirex faça uma camada com o purê, em seguida outra com a moqueca de bacalhau, e por ultimo a camada como a moqueca de camarão. Cubra com o requeijão. Sirva com arroz branco. Rendimento 10 pessoas.

Bom apetite e bom carnaval.


TAW RANON













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Não vem que não tem



Não vem que não tem
Postagem 12 de fevereiro de 2012



Robson e Ana Paula – Mestre Sala e Porta bandeira – Viradouro 2009 – Foto Fabio Motta/AE

Se pra você nada substituiria o som do pandeiro celebrando boas vidas ao ano e a alegria, para muitos um adequado inicio de ano sem ele não vai.

Abraçando a tradição ainda sabendo que uma época com tal importante para a economia de uma cidade não poderia passar escondida, não vem que não tem, a debandada vai ser geral. Pirenópolis, Jaraguá, Goianésia e outras cidades mais distantes o Rio de Janeiro completando  80 anos de invejáveis faturamentos, mais uma vez outras cidades estarão recebendo os anapolinos e o seu é claro, rico “dindim’.

Em quase todo o país, a festança de origem grega possui alma brasileira. Embora tenha deixado sua influência em vários países do mundo desde que nascera em meados de 600, 500 a.C., foi aqui que o carnaval não só se deu muito bem como também passou a ocupar o primeiro lugar na preferencia de uma parcela não menos expressiva da sociedade. É a maior festa popular do país.

Não restando qualquer duvida de que tanto quanto amado o carnaval igualmente é odiado, uma vez que muitos projetos só começam serem executados depois que tudo termina. O resultado do trabalho de artistas renomados e anônimos. 

Ao mesmo tempo em que brilha, sua estrela é mal falada pelos que querem a qualquer preço, ver a sua ruína. Maledicências são ditas, e reditas algumas são novas  outras nem tanto. 

Decorrente de sua popularidade a fonte de lucro que aquece várias divisões da sociedade não só a artística, nesse sentido não me lembro de ter visto ou ouvido alguma reclamação. Quando ricos orçamentos abrem oportunidades de emprego para inúmeros profissionais, liricamente pungente outras movimentações também  entram em cena, espiritualmente e ainda que sua motivação principal seja a  fé, sua estrutura movimenta, o que certamente levar-se-ia mais tempo para ser assegurado.

Podendo ou não o melhor então é dizer: os dias são bons, são prodigiosos, de vacas gordas e de ARTISTAS ANAPOLINOS!

Estamos de volta! Sejam todos bem vindos!


TAW RANON








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